Vampire
Nos ecos do tempo, nas masmorras da solidão.
Contemplam a saudade da noite mais escura,
E da pálida Lua que te viu partir.
Deixando a marca da saudade que percorre o seu interior,
numa manhã nefasta, encontro a tua sombra,
Fazendo partir toda a sua beldade,
Os vampiros despedem-se da sua imortalidade,
No crepúsculo, errantes, sangram as suas almas…
Fazendo partir toda a sua beldade,
Os vampiros despedem-se da sua imortalidade,
No crepúsculo, errantes, sangram as suas almas…
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